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sábado, 10 de abril de 2010

Atividades para o dia do índio


Ensinar aos alunos sobre a cultura indígena, não é simplesmente pintar os rostos dos alunos e colocar uma pena na cabeça, tem todo um preparo, a aula deve ser muito planejada o objetivo maior é fazer com que eles entendam sobre a cultura dos índios, que cada pintura tem um significado, que eles tem um modo de vida diferente etc.
Procurando atividades para postar no blog achei um blog interessante que postou as informações abaixo, a dona do blog teve todo um cuidado ao reunir as informações e as dicas desta postagem, serve para ensinar alunos de diversas idades.
Visitem:
    pedagogiccos.blogspot.com
retirei esta postagem maravilhosa de lá



Atividade 1: A Moradia dos índios


1. Objetivo: Conhecer os modos de ser, viver e trabalhar de alguns grupos sociais.
2. Desenvolvimento:
As ocas são as casas dos índios. Elas são compartilhadas por famílias de até 40 pessoas. Filhos, genros, noras, netas moram juntos, na maloca do patriarca.

E você, em que tipo de moradia vive? Marque:
( ) casa ( ) apartamento


Agora faça uma lista das pessoas que moram com você.


Atividade 2: Objetos indígenas




1. Objetivo: Conhecer os modos de ser, viver e trabalhar de alguns grupos sociais.
2. Desenvolvimento:

Vamos ler uma lista dos objetos indígenas:

Risque a palavra que não combina com esta lista.

  • rede
  • cocar
  • máscara
  • computador


2 Faça você também uma lista e coloque uma palavra que não combine com as outras. Depois, troque com um amigo para que ele descubra qual a palavra que não combina com sua lista.



Atividade 3: Porque os índios se pintam

Liste em seu caderno alguns motivos pelos quais os índios se pintam.
E você, conhece alguém que não seja índio e que goste de se pintar? Quem?
Em quais situações esta pessoa se pinta?



Atividade 4: As cores das pinturas indígenas

Quando o índio pinta seu corpo, ele expressa o que sente e o que quer, pois cada desenho e cada cor têm um significado. Preto e vermelho são as cores da guerra.
Responda: que cor você usaria para expressar:
· Alegria?
· Raiva?
· Um susto?
· Medo?
· O amor?


Atividade 5: O que é, o que é?


Responda: qual é...?
a) O nome que se dá ao filho do índio com o branco? (Mameluco)
b) O nome que se dá ao filho do índio com o negro? (Cafuzo)
c) O nome que os índios Tupis davam ao nosso país? (Pindorama)



Atividade 6: Palavras de influência indígena


Muitos estados, municípios e rios têm nome de origem indígena. Vamos ver se você descobre seus significados.

PALAVRA SIGNIFICADO
PARANÁ Mar
PIAUÍ Rio dos Piaus
SERGIPE Rio dos Siris
TOCANTINS Bico de Tucano


Atividade 7: Idiomas

A língua tupi era uma das 1.200 línguas indígenas conhecidas no ano de 1500.
Até meados do século XVIII, foi o idioma mais falado no território brasileiro.

Responda:
· Qual o nome do idioma que falamos em nosso país?
· E nos países do quadro abaixo?

País Idioma
Estados Unidos Inglês
Espanha Espanhol
Itália Italiano
Alemanha Alemão


Atividade 8: Brincadeiras indígenas

Organize as palavras e descubra os nomes de algumas brincadeiras das crianças indígenas:
· gavião de Jogo: Jogo do gavião
· pacu do peixe Jogo: Jogo do peixe pacu
· animais Imitação e de pássaros: Imitação de animais e pássaros



Atividade 9: Diagrama dos alimentos indígenas

A variedade de nossa mesa deve muito aos alimentos cultivados pelos índios.
Procure alguns desses alimentos no diagrama abaixo:


A B A C A X I N M L K
A S D F G H J K L P O
L A M A N D I O C A G
Q W E R T Y U I O P O
M I L H O K J U H G F
G T I C A J U U I O P
C D E R T G V F D S D
B A T A T A D O C E F
M J H G F D S E R T A
J A B U T I C A B A N
resposta: BATATA-DOCE , MANDIOCA, MILHO, ABACAXI, CAJU, JABUTICABA


Atividade 10: As tribos indígenas


Vamos ler e cantar a primeira parte da música “Chegança” de Antônio Nóbrega e Wilson Freire.
Sou Pataxó,
sou Xavante e Cariri,
Ianonami, sou Tupi
Guarani, sou Carajá.
Sou Pancaruru.
Carijó, Tupinajé,
Potiguar, sou Caeté,
Ful-ni-ô, Tupinambá
Agora procure os nomes das tribos que começam com a letra indicada: C e T


Atividade 11: Pesquise


· Na sua região ainda existem tribos indígenas? Entreviste pessoas da sua comunidade e tente descobrir quais são e onde vivem.
· Pesquise nomes indígenas que temos em nossa vida hoje e escreva em seu caderno.


Atividade 12: Fazendo Petecas


1. Objetivo: exploração e reconhecimento de diferentes movimentos.
2. Desenvolvimento:


Você vai precisar de
· 1 pedra pequena e chata
· Palha de milho
· Barbante
· Penas coloridas


Modo de fazer: Coloque a pedra sobre um pedaço de palha e enrole. A pedra servirá para dar peso à peteca. Em seguida, vá embrulhando-a em outras palhas, de modo que as pontas fiquem para o mesmo lado. Só pare quando o embrulho tiver quase o tamanho da palma da sua mão.
Amarre as pontas com o barbante. Enfie as penas pelo vão, espalhando-as por igual. Se um lado tiver mais penas do que o outro, a peteca não vai funcionar.

Atividade 13: Cantando e estudando o texto

Professor: utilize para essa atividade a música Todo dia era dia de índio, de Jorge Benjor.
Disponível em http://vagalume.uol.com.br/jorge-ben-jor/curumim-chama-cunhata-que-eu-voucontar-todo-dia-era-dia-de-indio.html


· Marque na música a palavra índio. Quantas vezes ela aparece?
· Que tal desenhar índios de diferentes tipos para enfeitar o cartaz feito por
sua professora com a letra da música?


Atividade 14: Organize fichas

Realize com seu grupo o estudo das diferentes tribos que povoam os Estados do Brasil e organize suas descobertas em fichas, nas quais as crianças poderão consultar sempre que tiverem dúvidas sobre tipo de alimentação, vestuário, usos e costumes dos diferentes povos indígenas.
Sugestão: Xavante, Guarani, Tucano, Caiapó, Ianomâmi, Apinajé, Bororo, Camaiurá, Mundurucu.


Atividade 15: As aldeias


Você sabia que cada tribo constrói a sua aldeia com um desenho diferente?
Os Bororos e os Caiapós organizam sua aldeia de forma circular em torno de uma praça. Já os Xavantes organizam sua aldeia em forma de U, voltadas para um rio. Os Mundurucus e os Carajás organizam suas ocas em fileiras.
Agora que você já sabe como os índios organizam suas casas, represente-as com desenho em seu caderno.


Atividade 16: Os adereços dos índios



Os enfeites dos índios são confeccionados por penas, sementes, palhas, conchas, madeira e até dente e osso de bicho. É isso é feito através de um trabalho manual que os índios aprendem desde criança.

Você quer aprender a fazer um colar de índio? Você vai precisar de:
· Fio de náilon ou fio de silicone
· Agulha
· Miçangas azuis, vermelhas e pretas
· Sementes de frutas
Como fazer:
Corte um pedaço do náilon ou silicone de aproximadamente 70 cm. Passe as contas por ele e amarre as duas pontas. Você pode fazer colares de uma cor só ou misturar as miçangas. Se preferir os de uma cor só monte vários e useos todos juntos.
Para o colar de sementes, escolhas as mais macias, como as de caqui ou melancia. Deixe-as secar no sol. Com ajuda de um adulto, enfie um pedaço do fio de náilon ou silicone na agulha e passe-a pelas sementes com muito cuidado. Finalize atando as pontas com um nó.
Atividade 17: Brinquedo de índio


  • Trace um circulo no papelão seguindo a medida de 10 cm de diâmetro.
  • Recorte-o e faça oito furinhos em volta dele, com a ponta de um lápis ou um furador de papel.
  • No meio do círculo faça dois furinhos. Passe o barbante por eles e amarre as pontas.
  • Agora, é só treinar um pouco o jeito de brincar.
  • Segure o barbante pelas pontas e gire o disco até enrolar todo o fio.
  • Estique o barbante, puxando-o com as duas mãos, e afrouxe em seguida. Vá fazendo isso para manter o disco girando. Quanto mais rápido ele rodar, mais barulho fará.

Fonte: Editora Moderna

Comidas indígenas

Uma forma muito legal de está trabalhando o tema "Dia do índio" é trazendo os costumes, receitas e brincadeiras para dentro da sala de aula. Leia a seguir sobre um pouco da história da comida indígenas no Brasil:
Os primeiros indígenas que provaram a comida de branco não gostaram. Dois deles, levados à nau capitânia e recebidos pelo próprio Pedro Álvares Cabral com muito prazer e festa, provaram o pão, peixe cozido, confeito, farteis (“massa de doce mais ou menos delicada, envolta numa capa de massa”, segundo a definição do Dicionário de Morais), mel, figos secos. Não comeram quase nada – é o depoimento da nossa primeira testemunha ocular da história, o Caminha. E, se provavam alguma coisa, logo cuspiam. Do vinho, mal provaram e não gostaram. Até a água serviu apenas para um bochecho. Gostaram do arroz e do lacão cozido, frio (fiambre), assim como aprovaram as facas de bom gume e fina ponta que os portugueses usavam como objeto pessoal e inseparável. A gente da terra usava como colher, as conchas de mariscos. Não gostaram – de início, pelo menos – foi do açúcar e dos estranhos temperos que fizeram os portugueses navegar, procurando o caminho marítimo para as Índias: cravo e canela, principalmente. Mas gostaram muito da aguardente de uva, assim como os brancos aprovaram a de milho, com a qual os homens da terra se embebedavam, no que eram acompanhados pelos portugueses.
A primeira agricultura européia no Brasil foi baseada no conhecimento prático dos índios, seguindo-lhe os métodos e apenas introduzindo novas plantas e os animais domésticos. Mas a gente da terra não servia para a cozinha do branco, que foi obrigado a valer-se da escrava africana, negra.
“Mostraram-lhes (aos nativos) uma galinha; quase tiveram medo dela, e não lhe queriam pôr a mão. Depois lhe pegaram, mas como assustados.”
Pero Vaz de Caminha Em carta a El-Rei D. Manuel, Dando notícia da descoberta do Brasil Dos indígenas recebemos, principalmente do índio tupi, dois elementos nativos que passariam a integrar a dieta do brasileiro: a mandioca e o palmito.
  • Farinha de mandioca
Farinha-de-pau, de manic ou manibot - hoje dita mandioca -, era feita ralando-se a raiz que cresce dentro da terra em três ou quatro meses, tornando-se tão grossa quanto a coxa de um homem e longa mais ou menos de 1 pé e meio. Depois de arrancá-la, secavam-na ao fogo ou ralavam-na, ainda fresca, numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontudas, reduzindo-a a uma farinha alva, empapada, que ia para um recipiente comprido, de palha trançada - tipiti -, para escorrer e secar. O que escorre é um veneno mortal, por culpa do ácido cianídrico, que o sol faz desaparecer em dois ou três dias, deixando a manipueira livre de perigo. O resultado é o tucupi, ingrediente essencial de um dos mais típicos pratos da cozinha brasileira, o pato ao tucupi - embora aqui não houvesse patos, na época da colonização.
  • Tipiti

Alimento pobre, saboroso e facilmente digerível - principalmente quando fresco -, essa farinha não serve para fazer pão, mas é perfeita para a farofa, beijus, pirões, sopas e mingaus. A gente da terra fazia com ela um mingau grosso, ou comia-a pura mesmo, pegando-a com quatro dedos na vasilha e atirando-a de longe a boca, com tal engenho e arte que não perdia um só farelo. E os brancos, tentando imitar - confessa Jean de Lery, francês, e que veio para o Brasil com o Monsenhor de Villa Ganhão (como rezam os documentos) -, sujavam o rosto, as ventas e bochechas e barbas. As mulheres daqui faziam também grandes bolas com a massa de aypi ( a mandioca mansa, sem veneno), que espremiam entre as mãos. O caldo cor de leite era colhido em vasilhas de barro e exposto ao sol.
O calor condensava e coagulava a beberragem, como coalhada. Cozinhando no fogo, é um bom alimento. O aipim não serve para a farinha, mas assado na brasa torna-se brilhante como a castanha assada ao borralho, e o gosto é parecido. Servido com mel silvestre (o mesmo que se fazia com a batata-doce e o cará), resultava em um prato que portuguêses e franceses reconheceram como delicioso. O estadunidense John Casper Branner queria exportar a farofa para o mundo.
  • Beiju ou Biju
Bolo feito de massa de tapioca ou de mandioca muito fina, enrolada em forma cilíndrica. Característico da alimentação indígena, o beiju foi recriado pelo portugueses, que acrescentaram açúcar e condimentos diversos à massa, e pelos negros, que o enriqueceram molhando no leite de coco.
  • Pirão
Prato de origem indígena, muito popular em todo o Brasil, constituído de papa grossa de farinha de mandioca misturada em água ou em caldo. É muito utilizado no acompanhamento de peixes.
Pipoca
Do tupi pi'poka, estalando a pele. O milho, que entre outras coisas permite a pipoca, de quem Debret, o pintor que veio fundar nossa primeira Escola de Belas Artes, disse que era a maior contribuição do brasileiro à cozinha mundial. (Sua receita, copiada dos selvagens: jogar o milho verde com sal no borralho e depois soprar as cinzas).
  • Tapioca
Doce de origem indígena feito com a fécula da mandioca, espécie de beiju recheado com coco ralado. Tanto o recheio quanto o adoçante foram introduzidos pelos portugueses.
Cauim: Para beber, as mulheres cuidavam de mascar a mandioca, esmagando-a com os molares e enrolando-a com a língua no céu da boca. É como mascar tabaco, mastigando bem e com bastante saliva, cuspindo tudo num pote, até que esteja cheio. E eram só as virgens que tinham a honra, porque as outras estragariam tudo. A mesma coisa faziam com acaiá, pacoba, milho, ananás, bata-doce, jenipapo, caju e outras qualidades. O resultado, dito cauim, é uma bebida nutritiva e inebriante, de gosto ácido e muito semelhante ao soro de leite, que os portugueses não podiam suportar pela lembrança do cuspe. Preferiam beber o vinho, esquecidos das uvas pisadas com os pés.
Entre outras coisas, a gente da terra nos ensinou a beber guaraná e mate, deixando-nos ainda toda a herança dos mingaus e pirôes. Sem conhecer o trigo, sem grande variedade de verduras e legumes, mesmo assim a gente era bem alimentada, principalmente porque o milho (avati) e as frutas completavam muito bem a mesa farta de carnes e de frutos do mar. E mesmo de verdes comiam alguma coisa, como o broto da própria mandioca (com o que se faz a maniçoba, um dos bons pratos da cozinha baiana).
 
Fontes:

  1. Sociedade e Cultura – Grande Enciclopédia Larousse Cultural - São Paulo: Nova Cultural, 1995. Folclore Brasileiro / Nilza B. Megale- Petrópolis: Vozes, 1999.
  2. A Cozinha Brasileira - São Paulo: Circulo do Livro S.A. (Edição integral Revista Cláudia - Editora Abril Ltda).

Lendas indígenas

Uma maneira muito interesante de está trabalhando com os alunos datas comemorativas, como o dia do índio é através da leitura de textos, pois a partir da leitura fica muito mais fácil explorar com os alunos vários assuntos, como por exemplo pesquisar as influências indígenas em nossa cultura, na linguagem, na comida e costumes.
Veja e leia abaixo algumas lendas indígenas: 
A Vitória-Régia
Uma das mais lindas plantas aquáticas do mundo, a Vitória Régia (Euryle Amazônica) tem a folha de formato circular e mede até 1,80m de diâmetro. Parecida a uma bandeja, é bastante resistente e pode agüentar um peso de até 45 quilos. De cor verde na parte virada para cima e interna, e purpúrea na sua borda externa e parte inferior, a Vitória Régia vive em lagos, lagoas e rios de águas tranqüilas. Sua flor de cor branca com o centro rosado, alcança até 30 cms.
A Vitória Régia, com toda a sua beleza e exuberância chama a atenção de quantos a vêem, que ficam verdadeiramente extasiados. E tal aconteceu com o botânico inglês Lindlev que, ao contemplá-la, resolveu homenagear a rainha Vitória, da Inglaterra, e deu à planta o nome da soberana inglesa.
Mas, conforme relata Anísio Melo, nossos índios também não ficaram indiferentes à sua beleza e contam uma linda história para justificar-lhe a origem.
As lagoas e os lagos amazônicos são os espelhos naturais da vaidosa Iaci, a lua. As cunhãs (índias) e as caboclas ao vê-la refletida sentiam toda a inspiração para o amor. Ficavam então no alto das colinas esperando pelo aparecimento da lua, e que com o contato de sua luz lhes chegasse o amor redentor e elas pudessem subir ao céu transformadas em estrelas.
Um belo dia... uma linda cabocla, tomada pelo amor, resolveu que era chegado o momento de transformar-se em estrela. E com este intuito subiu à mais alta colina, esperando poder tocar a lua Iaci e assim concretizar o seu desejo. Mas... ao chegar ao cimo da colina viu a lua Iaci refletida na grande lagoa e pensou que estava a banhar-se... Na ânsia de tocar Iaci para realizar o seu sonho de amor, a bela cabocla lançou-se às águas da lagoa... E ao que pensou tocá-la, afundou, sumindo nas águas...
E a lua Iaci, condoída com o infortúnio de tão bela jovem e não podendo satisfazer seu desejo de levá-la para o céu em forma de estrela, transformou-a na bela estrela das águas, a linda planta aquática que é a Vitória Régia... cuja beleza e perfume são inconfundíveis. Dizem que o local onde o fato aconteceu é o lago Espelho da Lua, situado no município de Faro, na região do Baixo Amazonas Paraense... 
A Mandioca

Mani era o nome da indiazinha de pele branca como o luar que nasceu para um casal de índios tupis. Era muito mimosa e boazinha, mas nada comia e foi definhando até que morreu, silenciosamente, em sua pequenina rede. Seus pais, compungidos, fizeram seu pequeno túmulo no interior, mesmo, da oca onde moravam. Regada a terra com as lágrimas dos pais desolados e com água pura de uma fonte próxima, eis que uma nova planta germina, rachando a terra com suas grossas raízes. Examinando-as, os índios logo perceberam que, por baixo de uma delgada casca, essas raízes eram brancas como a pele da meninazinha desaparecida e forneciam alimento farto e saudável que tornava os curumins que as comiam mais fortes e belos que os das outras tribos! 
O Guaraná

Um lindo e bondoso menino da tribo dos Maués é atacado, na mata, por Jurupari, espírito do mal, que, assumido a forma de uma serpente peçonhenta, envenena-o , causando sua morte. Tupã, o deus supremo, vinga-se do mau espírito regando abundantemente com suas chuvas o túmulo do indiozinho, de onde germina uma planta benéfica cujos frutos se assemelham aos grandes olhos da criança desaparecida: o guaraná que, desde então, traz saúde e felicidade à tribo.
  • O Rio Amazonas

Tupã, o maior dos deuses, desejava criar o mundo e os homens... mas era impedido pelo Sol, que amava a Lua com amor tão ardente que queimava tudo à sua volta. Tupã não teve pois outro remédio senão separa-los. A Lua, infeliz, chorou copiosamente. Suas lágrimas, tão doces e abundantes que eram, formaram imensa torrente sobre a Terra, separada das águas do mar, assim nascendo o Amazonas.
Muitas outras lendas como estas relatam a origem da noite, das estrelas, da sucuri ou cobra-grande e outros tantos mistérios da natureza que despertavam a imaginação dos índios. A simples observação dessas curiosas narrativas pode ser suficiente para nos dar conta da atitude do indígena perante a natureza, profundamente diferente daquela que Sioli, muito justificadamente aponta como característica deplorável de nossa cultura européia, basicamente helenística, introduzida na América pelos conquistadores. O índio – tal como a maior parte das culturas orientais tradicionais, como a chinesa – considera-se parte integrante da natureza e não seu proprietário. Se ele mata animais para seu sustento, procede parcimoniosamente, não destruindo mais do que pode comer e, sempre, preservando sua reprodução; se derruba a mata para o plantio de suas roças fá-lo, sempre, em áreas restritas, sem remover os tocos remanescentes do desmatamento, de modo que estes, ainda vivos, rebrotem e cresçam novamente quando, três ou quatro anos depois, essa roça é abandonada à procura de novos locais para implantação da aldeia. Nada é definitivo, nenhuma ação modificadora do meio é irreversível. A terra é considerada sagrada pelo índio não apenas por receber seus mortos, mas principalmente por conservar sua vida.
Créditos:
Essas e muitas outras lendas estão disponíves no site:

Brincadeiras para comemorar o dia do índio com seus alunos

Através de brincadeiras, as crianças indígenas aprendem várias coisas: caçar, pescar, plantar, fazer panelas de barro, trançar cestos e outras coisas mais. As crianças sempre acompanham seus pais nessas tarefas. Nas aldeias, as crianças brincam com os seus animais de estimação: cachorro, arara, macaco, coati e papagaio. Muita farra nos banhos de rio e nas corridas pela mata. Aprendem muito com as histórias contadas pelos índios mais velhos sobre animais e plantas, origem do mundo, além da própria história do seu povo e de seus costumes.

Proponha aos seus alunos algumas das brincadeiras indígenas:
A Brincadeira do Sapo Taroké



Brincadeira dos índios Tukano - Alto Rio Negro, AM


O Tuxáua (chefe) Sapo reúne seus parentes numa fila em sua aldeia, para perguntar o que cada um quer comer. Os sapos só podem responder mosquitos (carapanã). Aqueles que falarem outros alimentos como frutas (cuki, uacu e umari) ganham veneno do Tuxáua Sapo e morrem. Só sobreviverão os que acertarem a verdadeira alimentação dos sapos: os insetos. Como prêmio, os vencedores farão parte do grupo do chefe. 
O Jogo do Uiraçu (Gavião)

Brincadeira dos índios Canela - Barra do Corda, MA

Uma criança representa o gavião e as outras formam uma fila, começando pelos mais altos. Cada criança abraça forte o colega da frente, com os dois braços passando por baixo dos braços do colega. O gavião, solto, grita "Piu" (tenho fome). O primeiro da fila mostra suas pernas "Tu senan síni?" (quer isto?). O gavião diz "É pelá" a todas elas, menos para a última a quem diz "Iná!" (sim); e sai correndo atrás dela. O grupo, sempre abraçado, tenta cercar a ave. Se o gavião agarrar a criança, leva-a para o seu ninho. O jogo continua até que o animal agarre todas as outras crianças maiores de acordo com a ordem. 
Oficina de criação

Propor aos alunos que pintem macarrões furadinhos e façam colares, pulseiras, cintos e tornozeleiras imitando arte indígena. Para fazer um cocar é só colar penas coloridas entre os macarrões.

Proponha uma pesquisa referente às contribuições indígenas: nomes, culinária, artes etc.
Os índios são muito importantes na formação do povo brasileiro. Muitos dos nossos hábitos, dos alimentos que consumimos e das palavras que usamos são de origem indígena.
• Nome de pessoas: Iara, Jandira, Jaci, Jacira, Bartira, Moema, Moacir, Ubiratã.
• Nome de animais: jacu, jacaré, jacutinga, tamanduá, guará, tatu, tamanduá, jaracuçu, mandi, tracajá, nhambu, jaó, canguçu.
• Nome de lugares e rios: Pará, Curitiba, Abaeté, Tietê, Jacareacanga, Juquitiba, Jurupari, Jurumirim, Anhangabaú, Iguaçu, Igarapé, Igaratá, potiguar, carioca.
  • A conquista do colar

A turma dividida em 4 equipes deverá responder questões, mediante sorteio, sobre assunto já ensinado em classe. A cada resposta certa, a equipe receberá material para confeccionar o colar (pedaços de barbante ou fio de nylon e contas variadas, que deverão ser da cor de cada equipe - até 8 contas por aluno).

Perguntas
  • Quem era os habitantes do Brasil antes da chegada dos brancos? Os índios.
  • Como era a organização social desses povos? Viviam em tribos.
  • Onde viviam? Viviam na taba, aldeias indígenas.
  • Como era a casa do índio? Era a oca ou palhoça.
  • Quem os governava? O chefe da tribo era o cacique e o chefe religioso era o pagé.
  • Como sobreviviam? Da caça, da pesca e da coleta nas matas.
  • Que animais caçavam?Antas, macacos, veados, porcos do mato.
  • O que plantavam? Mandioca, milho e feijão.
  • Que língua falavam? O tupi-guarani.
  • Quais eram suas principais armas? O arco, a flecha, o tacape.
  • Como era a religião deles? Adoravam vários deuses. O principal era Tupã (sol) e Jaci (lua).
  • Tinham medo de alguma coisa? Dos trovões. Acreditavam que Tupã estava bravo.
CAÇADA ESQUISITA


Cada equipe, usando seus colares, recebem uma lista constando de vários objetos, que deverão procurar na própria sala, no pátio e onde mais for possível esconder, o que foi feito com antecedência pelo professor. Esses objetos serão, sempre que possível, nas cores de cada equipe, para evitar que uma não pegue os objetos de outra. Todos os objetos da lista serão em quantidades iguais a todas as equipes exceto o amuleto que terá apenas um. Procurar os objetos listados abaixo. Procure sempre pela cor de sua equipe: 10 penas de ave, 5 folhas secas, 1 flor, 3 espigas de milho, 2 pedras redondas, 1 amuleto de biscuit (bichinho de massinha), 1 graveto em forma de y, 3 sementes. Vence a equipe que conseguir reunir todos os objetos pedidos, portanto, a que conseguir encontrar todos os objetos pedidos incluindo o amuleto, que terá só um escondido. 
O COCAR DO CACIQUE

As quatro equipes estarão sentadas no chão em fila indiana, uma ao lado da outra. Mais ou menos 5 metros à frente de cada equipe, haverá uma mesa com várias tiras de tecidos e penas tingidas nas cores das equipes, nas quantidades equivalentes ao número de participantes. As tiras de tecidos e as penas tingidas estão todas misturadas. Dado um sinal, o último de cada fila corre até o local onde estão as tiras de tecidos e as penas e separa 5 penas da sua cor e cola numa tira de tecido, imitando um cocar. Depois de pronto deve colocar o cocar na cabeça e voltar à sua fila, mas no primeiro lugar. Imediatamente, o último deverá sair e fazer a mesma coisa. A equipe que terminar primeiro e todos os componentes estiverem com o cocar, será a vencedora. A equipe vencedora receberá uma pena especial para os devidos cocares.
A CORRIDA DAS TORAS

Algumas tribos indígenas fazem uma corrida carregando toras (pedaços do tronco de árvores) para avaliar que povo tem os guerreiros mais fortes. As equipes também farão essa corrida, mas aos pares. Cada dois participantes terão uma perna amarrada à do outro de modo que fiquem com três pernas apenas.Os pares com as pernas amarradas deverão correr uma distância pré-determinada, mas soprando ma pena de galinha ou pato. Se a pena cair, começam novamente. Ao chegar ao ponto final, nova dupla começa o percurso, soprando outra pena. A pena deverá estar sempre no ar. Todos da equipe devem participar, sempre aos pares e com as pernas amarradas. Vence a equipe que cumprir a tarefa em primeiro lugar. A equipe vencedora ganhará colares extras. Após o jogo todas as equipes deverão se arrumar para participar da festa, para isso receberão maquiagem para decorar o rosto como se fossem índios também.
  • Fontes:

Brincadeiras e socialização das crianças indígenas

Todas as sociedades humanas constróem brinquedos para suas crianças. Os brinquedos construídos e utilizados nas sociedades indígenas, no Brasil, variam de acordo com as matérias-primas encontradas no meio ambiente em que esses grupos vivem, sendo que os brinquedos mais comuns são feitos de palha, madeira ou barro. As mulheres Karajá costumam fabricar minibonecas de barro para suas filhas brincarem.
É muito comum também os adultos fabricarem para suas crianças dobraduras de palha, representando os animais da floresta ou elementos que estão presentes no dia-a-dia, como os aviões que sobrevoam as aldeias. Hoje também é comum as crianças indígenas pedirem aos seus pais bonecas e bolas de plástico quando estes vão às cidades.
Os brinquedos são, em geral, miniaturas de objetos do uso cotidiano de cada sociedade e têm como objetivo divertir as crianças e educá-las para o desempenho das tarefas que irão realizar quando adultas.
Nas sociedades indígenas, a organização do trabalho se baseia na divisão das tarefas por sexo. As crianças, desde cedo, aprendem a lidar com essa regra em suas brincadeiras e pequenas tarefas.
Os bebês, até aprenderem a andar, vivem aconchegados, junto ao corpo da mãe, no macio da tipóia de algodão, feita especialmente para carregá-los ou na rede. Já as crianças pequenas, de até 3 ou 4 anos, brincam com outras crianças de ambos os sexos e se divertem com seus brinquedos ou com algum cesto velho, já sem utilidade. Mas estão sempre próximas às mães, pois costumam ser amamentadas até essa idade. É comum, também, que uma irmã mais velha, adolescente, tome conta das crianças menores, enquanto a mãe prepara os alimentos.
A partir dos 4 anos, aproximadamente, uma menina Wayana e Apalaí, do norte do Pará, ganha de seu pai um pequeno cesto cargueiro, confeccionado com finas tiras do arbusto arumã, especialmente para ela. É seu primeiro trançado dos muitos que receberá ao longo de sua vida. Cabe às mulheres e às meninas Wayana a utilização dos cestos e vários outros tipos de trançados para a realização das tarefas domésticas. Cabe exclusivamente aos homens e aos meninos Wayana e Apalaí a sua confecção. Com o seu cesto, a menina Wayana irá brincar e acompanhar a mãe, a tia e a avó à roça.
Através da imitação, brincando de arrancar batatas e transportando-as para a aldeia em seu cesto cargueiro, as meninas vão aprendendo o trabalho feminino, em especial o processo de fabricação do beiju, uma espécie de panqueca de mandioca muito consumida pelos povos indígenas brasileiros.
Os meninos Wayana, com aproximadamente 4 anos, recebem sua primeira tanga vermelha. De seu pai, recebem um pequeno arco e diversas flechas, com os quais irá brincar e se divertir. Por volta dos 7 ou 8 anos, os meninos possuem rede própria e já circulam sozinhos pelos arredores da aldeia. A independência em relação a sua mãe é completa podendo então passar a acompanhar o pai ou o irmão mais velho em caçadas, pescarias e incursões na floresta, dando início ao longo processo de aprendizagem das tarefas masculinas.
Os jovens devem exercer e dominar as tarefas próprias de seu gênero, masculino ou feminino, e de sua idade. As atividades que irão desempenhar na vida adulta lhes são ensinadas, ao longo dos anos, através do acompanhamento e da observação da realização das tarefas desempenhadas por seus pais, prestando-lhes também ajuda.
As principais atividades do universo feminino a serem aprendidas pelas meninas, que as exercerão plenamente quando adultas, consistem basicamente na plantação, colheita e conservação da roça, transporte de lenha e preparo dos alimentos, preparação das bebidas fermentadas, fiação do algodão, confecção de redes, cerâmica e educação das crianças.
As principais atividades do universo masculino a serem aprendidas pelos meninos, que as exercerão quando adultos, são basicamente preparo do terreno para o plantio, caça, confecção de arco e flecha, cestaria, confecção de enfeites plumários, construção de casas. Em geral, as atividades ligadas à pesca com timbó são realizadas por ambos os sexos.
O período de reclusão ritual a que são submetidos os jovens de ambos os sexos varia em cada sociedade. Esse período marca o término do que é considerado como adolescência, nas sociedades indígenas, que para as meninas acontece, geralmente, quando vem a primeira menstruação.
Ao atingir a puberdade, os jovens do sexo masculino e feminino devem se dedicar a aprimorar as técnicas de seus afazeres, pois estarão aptos para o casamento e, portanto, para a vida adulta, tendo-se completado o processo de socialização.
Nas culturas indígenas, o processo de socialização das crianças é considerado tarefa de todos, cabendo às mães e aos pais a orientação nas tarefas e comportamentos que a comunidade espera desse novo membro do grupo. Cabe às crianças brincar e ter sua mãe sempre por perto para protegê-las, sem jamais levantar a voz, brigar ou bater-lhes. Uma boa mãe e um bom pai educam com autoridade, desenvolvendo na criança a atenção e a observação pessoal, bem como a importância da repetição de uma tarefa até a sua plena aprendizagem. Cabe a todos desenvolver na criança o senso de responsabilidade e o respeito às regras sociais de sua comunidade.

Dia do índio


Rituais Indígenas

Uma grande parte dos rituais realizados pelos diversos grupos indígenas do Brasil pode ser classificada como ritos de passagem. Os ritos de passagem são as cerimônias que marcam a mudança de um indivíduo ou de um grupo de uma situação social para outra. Como exemplo, podemos citar aqueles relacionados à mudança das estações, aos ritos de iniciação, aos ritos matrimoniais, aos funerais e outros, como a gestação e o nascimento.
Entre os Tupinambá - grupo indígena extinto que habitava a maior parte da faixa litorânea que ia da foz do rio Amazonas à ilha de Cananéia, no litoral paulista-, quando nascia uma criança do sexo masculino, o pai levantava-se do chão e cortava-lhe o umbigo com os dentes. A seguir, a criança era banhada no rio, após o que o pai lhe achatava o nariz com o polegar. Em seguida, a criança era colocada numa pequena rede, onde eram amarradas unhas de onça ou de uma determinada ave de rapina. Colocavam-se, ainda, penas da cauda e das asas dessa ave e, também, um pequeno arco e algumas flechas, para que a criança se tornasse valente e disposta a guerrear os inimigos.
O pai, durante três dias, não comia carne, peixe ou sal, alimentando-se apenas de certo tipo de farinha. Não fazia, também, nenhum trabalho até que o umbigo da criança caísse, para que ele, a mãe e a criança não tivessem cólicas. Três vezes por dia punha os pés no ventre da esposa. Nesses dias, o pai fazia pequenas arapucas e nelas fazia a tipóia de carregar a criança; tomava, também, o pequeno arco e as flechas e atirava sobre a tipóia, pescando-a depois com o anzol, como se fosse um peixe. Assim, no futuro, a criança caçaria ou pescaria. Quando o umbigo caía, o pai partia-o em pedacinhos e pregava-os em todos os pilares da oca, a fim de que o filho fosse, no futuro, um bom chefe de família. O pai também colocava aos pés da criança um molho de palha, que simbolizava os inimigos. Quando todas essas práticas tinham sido realizadas, a aldeia por inteiro se entregava às comemorações. Nesses dias, era escolhido um nome para o recém-nascido.
Através desse rito de incorporação, o pai assumia a paternidade e se reconhecia ao recém-nascido, um lugar na sociedade Tupinambá, como homem ou mulher.
Cabe destacar que nesses rituais ligados à gestação e ao nascimento não só a criança, como também seus pais, eram submetidos ao ritual de passagem. O reconhecimento da gravidez da mulher punha o pai e a mãe num estado de cuidados especiais, separando-os, de certo modo, pela maneira de se comportar, dos demais habitantes da aldeia. Ficavam, assim, segregados até que a criança nascesse e os ritos de sua incorporação fossem realizados, momento em que eles eram reintegrados à vida normal, desempenhando um novo papel social: pai e mãe de um novo membro da sociedade.

BibliografiaMelatti, Julio Cesar. Índios do Brasil. Hucitec, 1980.Maestri, Mário. Os senhores do litoral. Editora da Universidade/UFRGS, 1994
fonte: http://www.museudoindio.org.br

Dia do índio


Por que o dia 19 de abril é o Dia do Índio?

Em 1940, o 1º Congresso Indigenista Interamericano, reunido em Patzcuaro, México, aprovou uma recomendação proposta por delegados indígenas do Panamá, Chile, Estados Unidos e México.
Essa recomendação, de nº 59, propunha:
1. o estabelecimento do Dia do Índio pelos governos dos países americanos, que seria dedicado ao estudo do problema do índio atual pelas diversas instituições de ensino;
2. que seria adotado o dia 19 de abril para comemorar o Dia do Índio, data em que os delegados indígenas se reuniram pela primeira vez em assembléia no Congresso Indigenista. Todos os países da América foram convidados a participar dessa celebração.
Pelo Decreto-lei nº 5.540, de 02 de junho de 1943, o Brasil adotou essa recomendação do Congresso Indigenista Interamericano. Assinado pelo Presidente Getúlio Vargas e pelos Ministros Apolônio Sales e Oswaldo Aranha, e o seguinte o texto do Decreto:
O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, e tendo em vista que o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, reunido no México, em 1940, propôs aos países da América a adoçãqo da data de 19 de abril para o "Dia do Índio", decreta:

Art. 1º - considerado - "Dia do Índio" - a data de 19 de abril.
Art. 2º- Revogam-se as disposições em contrário.
A recomendação de institucionalização do "Dia do Índio" tinha por objetivo geral, entre outros, outorgar aos governos americanos normas necessárias à orientação de suas políticas indigenistas. Já, em 1944, o Brasil celebrou a data, com solenidades, atividades educacionais e divulgação das culturas indígenas. Desde, então, existe a comemoração do "Dia do Índio", às vezes, estendida por uma semana, a "Semana do Índio".





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