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domingo, 24 de janeiro de 2010

Mais atividades e dicas para o maternal


































































































































































Atividades de maternal








































Duendes mágicos - atividades para crianças de 3 anos



 

 


 


 


 


 




 

 


 





 


 


 

 


 

 

 

 

 


 


 

 

 


 


 


 

 

Revista


Artigo sobre "Mordida"


Mordidas, o que fazer?


Uma coisa muito comum nas turmas de Maternal – mas que costuma provocar muita preocupação dos pais – são as mordidas. Principalmente no período de adaptação, em que, além da maioria das crianças estar vivendo sua primeira experiência social extra-familiar, os grupos estão em fase de formação, de “primeiras impressões”, ou em situações de entrada de crianças novatas, as mordidas quase sempre fazem parte da rotina diária das crianças. Não é fácil lidar com esta situação, tanto para os pais (é muito dolorido receber o filho com marcas de mordida!) , quanto para nós, educadores (que sempre nos sentimos impotentes, incapazes que somos, na maioria das vezes, de impedir que elas aconteçam).
Se nos dedicarmos a pensar esta questão de forma mais ampla, poderemos nos aproximar de uma compreensão deste fenômeno, do ponto de vista do desenvolvimento e da história da criança. Podemos partir de perguntas simples:
Por que as crianças pequenas mordem umas às outras e às vezes até a si mesmas?
As crianças pequenas geralmente mordem para conhecer. Para elas, tudo que as cerca é objeto de interesse e alvo de sua curiosidade, inclusive as sensações. O conceito de dor, por exemplo, é algo que vai sendo construído a partir de suas vivências pessoais e principalmente sociais, e não algo dado a priori. Mordendo o outro, a criança experimenta e investiga elementos físicos, como sua textura (as pessoas são duras? São moles? Rasgam? Quebram?), sua consistência, seu gosto, seu cheiro; elementos “sexuais” (no sentido mais amplo da palavra), na medida em que morder proporciona alívio para suas necessidades orais (nelas, a libido está basicamente colocada na boca) e ainda investiga elementos de ordem social, isto é, que efeitos que esta ação provoca no meio (o choro, o medo ou qualquer outra reação do coleguinha, a reprovação do educador, etc.
Dessas investigações é que será engendrado o conceito de dor, tanto da dor própria (as crianças pequenas muitas vezes mordem também a si mesmas , numa atitude explícita das ações listadas acima) quanto da dor do outro (sentido moral da dor: a constatação de que não é lícito proporcionar dor ao outro, mesmo que os sentimentos – a raiva - assim o indiquem).
É claro que, vencida esta primeira etapa de investigação, algumas crianças podem persistir mordendo, seja para confirmar suas descobertas ou para “testar” o meio ambiente (disputa de poder, questionamentos de autoridade, etc). Ou ainda, pode ser uma tentativa de defesa: ela facilmente descobre que morder é uma atitude drástica. Raramente a mordida é um ato de agressividade, e muito menos de violência. As crianças raramente querem simplesmente agredir, a não ser que estejam vivendo alguma situação de intenso stress emocional em que todos os demais recursos estejam esgotados.
Assim, a mordida é uma conduta que pode ser administrada dentro do grupo: tanto em relação às crianças que mordem quanto àquelas que são mordidas com freqüência (o educador pode, por exemplo, oferecer, a estas, recursos variados para impedir as mordidas dos coleguinhas). Uma observação importante a fazer é que, por vezes, encontramos crianças que, por um motivo ou por outro dentro de sua história de vida, não só permitem as mordidas como costumam provocá-las. Estas crianças e suas famílias devem receber orientação especial do educador.
Com o passar do tempo de trabalho em grupo, o educador tem a possibilidade de planejar suas ações e estratégias no sentido de fazer com que as crianças possam refletir, a sua maneira e coletivamente, esta questão. Cabe às famílias compreender este momento do grupo, buscando, se necessário, suporte junto aos profissionais incumbidos de coordenar as vivências grupais.

Cláudia Maria de Morais Souza - Psicopedagoga, consultora educacional, co-diretora do CLIC (espaço de brincadeiras e cultura para crianças) em Belo Horizonte, MG.

Sugestão de livro: Os fazeres na Educação Infantil
Os Fazeres na Educação Infantil





A criança do maternal


Esse período de idade é marcado pela transição da criança de sua condição de dependência para uma situação de relativa independência.
A construção de sua linguagem é algo ainda mais predominante e fundamental, pois as crianças estabelecem trocas diversas, experimentando condutas, ações e comportamentos, explorando objetos numa intensa atribuição de significados.
A fala do outro é incorporada a sua própria fala, num exercício de imitação, construção e reconstrução, onde as crianças revelam a busca da nomeação, classificação, conceituação para entender o mundo que a circunda.
A necessidade de manipulação e exploração de objetos diversificados deve ser antevista pelos educadores que não só poderão possibilitar acesso e uso de materiais como organizar espaços com variedades desses materiais dando opção de escolha a criança.




Alguns princípios do trabalho
de Língua Escrita no maternal

1- Toda criança tem uma forma de contato com a língua escrita mais ou menos intenso, antes mesmo de ingressar na escola.

2- A educação é um processo de formação que ser realiza a partir das experiências vividas pelo sujeito em interação com o mundo e com as pessoas.

3- A alfabetização é um processo e não se limita a momentos estanques da vida escolar da criança. Ela acontece desde seu nascimento, porque a criança está inserida em um mundo letrado.

4- Neste processo de apropriação de novos conhecimentos é importante desde o curso maternal que o aluno tenha acesso a palavra escrita para que ele possa refletir e construir sobre este código, apropriando-se desta na maneira de ver o mundo.

5- A criança é o agente de seu próprio processo de aprendizagem, no qual o professor como mediador tem uma função importante.

6- Os rabiscos iniciais das crianças no maternal, são gestos gráficos fixados no papel e são essenciais na aprendizagem futura da leitura e da escrita.

7- Os contos de fadas podem e devem ser lidos e contados desde o curso maternal.

8- As crianças desde pequenas pensam sobre a escrita, quando estão imersas em um mundo onde há, com freqüência, a presença desse objeto cultural. Faça de sua sala de aula um ambiente alfabetizador.

9- A língua escrita não pode ser descontextualizada. A unidade de trabalho é sempre o texto, e o conteúdo a ser trabalhado é a adequação dos componentes da língua escrita nas diferentes circunstâncias de uso.




Sugestões de atividades
para o maternal I


Manusear livros de histórias ( pano ou de plástico).

Manusear revista e revistas infantis.

Histórias à vista das gravuras do livro ( histórias pequenas).

Histórias contadas pelo educador com o apoio de fantoches.

Fazer o reconto das histórias lidas ( professor).

Apresentar papéis de diferentes texturas para a criança amassar, rasgar, embolar.

Colocar nome no escaninho pessoal, o nome do aluno e mostrar-lhe.

Oferecer canetas, lápis colorido, giz de cera e deixa-la rabiscar livremente.

Cantar ou recitar parlendas, poesias, músicas ou quadras, dando estímulos para que a criança antecipe ações. EX.: parabéns pra você. Espera-se que a criança bata palmas logo que comece a canção.

Solicitar à criança que antecipe gestos e ações as atividades de rotina do dia. EX.: Apanhar a lancheira na hora da merenda.

Ajudar o aluno a identificar objetos e figuras de pessoas conhecidas.

Trabalhar diariamente os combinados com o apoio dos fantoches.

Registar a rotina no quadro.

Oferecer encartes ou cartão com rótulos de produtos diversos para que a criança identifique.

Brincar de empilhar caixas vazias de embalagens diversas.

Recitar parlendas, quadras ou poemas nos deslocamentos feitos na escola.

Imitar sons e gestos sugeridos por um modelo.

Soltar objetos dentro de uma caixa.

Soltar e pegar no ar sem deixar cair pena, algodão, papel picado.

Empurrar caixas de vários tamanhos com os pés.

Enfileirar blocos, embalagens, caixas, etc.

Saltar pequenos obstáculos.

Bater bola no chão e agarrar em seguida.

Encaixar blocos.

Encaixar blocos em orifícios diversos.

Solicitar a criança em diferentes situações que atenda a ordens simples como pegar um brinquedo, ninar a boneca, pega o lápis, etc.

Contar e ler histórias diariamente (pode repetir a história).

Estimular à criança a lembrar atividades não rotineiras. EX.: após um passeio ou um filme assistido que nomeie as coisas que viu.

Rasgar folhas de revistas e tentar unir os pedaços reconstruindo as figuras.

Brincar de esconder objetos à vista da criança, solicitando em seguida que ela encontre.

Brincar de dar passos grandes e pequenos, para que ela adquira as noções de dimensão espacial em relação ao próprio corpo.

Oferecer cubos diversos para fazer “torres e fileiras”.

Colocar as crianças em frente ao espelho, pedindo que mostre algumas partes de seu corpo.

Fazê-la sentir necessidade de pedir o que deseja, dizendo o nome não apenas apontando.

Pedir que diga seu próprio nome ou apelido.

Oferecer jogos de encaixe diversos e deixá-la brincar livremente.

Brincar com a criança de jogos de encaixar, montar, desmontar, derrubar, etc.

Fornecer a variedade de materiais que estimulem os diferentes sentidos (visão audição, tato, etc.) permitindo intensa manipulação.

Oferecer lápis de diferentes tipos de papel para que rabisque, não levando em conta seu tipo de expressão.

Valorizá-las nas suas recém adquiridas habilidades.

Assistir programas ou desenhos infantis selecionados na televisão.

Incentivar o aluno a desenvolver hábitos de higiene. EX.: lavar e secas as mãos antes de se alimentar, escovar dentes, etc.

Brincar de entrar dentro de caixas de papelão.

Apresentar a ficha ou crachá com nome próprio e nomeá-lo para a criança.

Levar a criança a imitar a voz dos personagens das histórias trabalhadas.

Levar a criança a identificar figuras e objetos familiares e pessoas, inclusive a si mesma.

Incentivar a criança a destampar caixas diversas, para procurar o que tem dentro.



Materiais que podem ser usados:


Jogos de borracha ou plástico desmontáveis.

• Brinquedos representativos de sua realidade (carrinhos, panelinhas, bonecas, bichinhos, etc.).

• Blocos diversos para montar.

• Cubos de diversos tamanhos.

• Lápis de cera, giz, pincéis, tintas, lápis de cor, etc.

• Espelho grande na parede.

• Brinquedos sonoros.

• Caixas com orifícios.

• Embalagens diversas, vazias.

• Fantoches.

• Bolas, bonecas, brinquedos para brincar de casinha.

• Caixas de papelão de vários tamanhos.

• Regador, brinquedos de puxar.

• Copos de plástico e potes de iogurte.

• Fichas com o nome dos alunos.

• Argolas coloridas.

• Potes, garrafas, latas fechadas, contendo dentro materiais diversos (areia, arroz, feijão, milho,pedras etc.)

• Brinquedos coloridos e sonoros.

• Instrumentos musicais.

• Painéis com vários estímulos para exploração.

• Papeis coloridos de texturas variadas.

• Revistas infantis.

• Massa plástica, lixas, etc.








Cantando e aprendendo com Maternal

Atividades para o maternal. Já havia postado algumas atividades antes, quem quiser é só entrar em Marcadores - Maternal na coluna da direita do blog.










































































































Fonte: Amar e Educar Blog

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