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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Repetência ou progressão continuada?


Repetência ou progressão continuada?


Dizem que a educação no país tem melhorado, que anos atrás os alunos repetiam muito, que hoje isso não acontece mais, será?

Qual a diferença entre reter um aluno, e deixá-lo passar sem ter assimilado a matéria?
Se o objetivo não é constranger a criança, acho que passar sem saber, é mais preocupante que reter o aluno, para que refaça o ano.
Dizem que a repetência é ofensiva, e constrangedora para a criança, pois esta verá seus "amiguinhos" seguirem com a vida escolar e ela terá que refazer o ano.
Mas aí, aparecem aqueles professores que defendem " Deixe a criança passar de ano e fazer um reforço no ano seguinte horário diferente ao de aula".
Mas não é isso que acontece, se já é difícil para criança aprender a matéria, imagine aprender a matéria do ano anterior e a do ano atual.
Eu sou a favor que tenha diploma quem sabe, e se não sabe, tem que aprender.
Não é por acaso que vários alunos de 4° série ainda não são alfabetizados e vários de 8º série, não sabem ler corretamente.
Existem professores que quando percebem que o aluno não sabe a matéria, por exemplo: um aluno que passa para a 2º série sem saber ler, o professor, ao invés de ensiná-lo critica o professor anterior e mesmo assim passa o aluno no final do ano para a 3º série, e assim o aluno não aprende o que deveria aprender, e se forma, sem saber de nada.
O sistema atual de ensino é o de progressão continuada, onde o aluno passa de ano, mesmo sem ter as qualificações adequadas para isso.


Veja esta matéria e entenda porque muitos não aceitam a repetência e são a favor de passar custe o que custar



09 de março de 2009

O preço da repetência


O Brasil dá vexame nos rankings mundiais de reprovação escolar. Aparece sempre na rabeira, próximo aos africanos – não importa de onde saia o número. É mais um daqueles desagradáveis indicadores que escancaram a ineficiência do ensino no país.

Um balanço recente mostra um pouco mais do mesmo. Em 2007, 170 000 dos 980 000 alunos de escolas estaduais do Rio de Janeiro repetiram de ano. Sim: 20% do total. O mais interessante é uma conta feita pelo ex-secretário de educação do Rio, Cláudio Mendonça, hoje à frente da Fundação Escola de Serviço Público. Cálculo simples, em duas etapas:

1) Arcar com um ano a mais de estudos desses 170 000 estudantes custa para o estado algo como 500 milhões de reais por ano

2) Uma boa medida preventiva seria fornecer reforço para aqueles com mais dificuldade na escola. As aulas extras consumiriam cerca de 70 milhões de reais

Conclusão: a repetência sai sete vezes mais cara e é um desastre na vida de um estudante. Melhor evitar.

Por Monica Weinberg

Fonte dessa matéria http://veja.abril.com.br/40anos/blog/monica-weinberg/152195_comentarios.shtml

Minha opinião

O aluno que não teme ser reprovado na escola, não se dedica, pois não há motivos para isso.
A culpa cai sempre nos professores, que "não ensinam", mas não há como ensinar se o aluno simplesmente não quer aprender, e a motivação tem que vir da escola e da família.
A repetência é ruim, mas é pior dar diploma, a quem não sabe.
Existem péssimos profissionais no mercado de trabalho, porque se formaram no ensino fundamental e médio, sem conteúdo e depois fizeram curso superior em faculdades particulares MERCENÁRIAS que visam somente lucro e pouco conteúdo.
O aluno que quando quer passar de ano, ele respeita mais o professor, se dedica mais.
Na progressão continuada, os alunos em sua grande maioria sabem que passarão de ano, e se dedicam menos.
Entre progressão continuada e repetência, sou a favor da segunda alternativa, mesmo que isso custe mais aos órgãos públicos.
É melhor o governo investir em educação agora, do que gastar mais no futuro, pois estes alunos que se formam sem saber, não conseguiram boa qualificação no mercado de trabalho e assim fazer parte das estatísticas de desemprego,precisando de "esmola" do governo.
Se o que o governo gasta hoje com as diversas bolsas distribuídas, como bolsa família, vale gás e tantas outras "ajudas" fosse investido em educação, no futuro haveria menos dependentes deste tipo de recurso.

A Educação precisa de bons projetos e investimento adequado, não de passar sem saber para evitar gastos aos cofres públicos.

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