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domingo, 16 de agosto de 2009

Crianças arteiras


Sem noção do perigo




O "Anjo da guarda" do seu filho, ou seus alunos vive arrebentado, porque encrenca é o sobrenome do seu "anjinho"?
Ele não tem noção do perigo e vive se metendo em enrascada, e você está enlouquecendo?

Fase de descobertas


Algumas crianças, são mais "curiosas"que as outras, e por este motivo querem aprender tudo, mexer em tudo, experimentar tudo, e se o responsável não ficar bem ligado, essa "curiosidade" pode acabar mal.


O que fazer então?

Você já modificou todo o ambiente, para torná-lo mais seguro, e mesmo assim ainda conseguem se machucar, não é mesmo?

Não se pode bobear com crianças pequenas, elas conhecem dor, mas não sabem o que pode lhes causar esta dor, e as palavras não mexa e não faça, para elas não significam nada, os adultos devem se antecipar a "arte", evitando deixar a mostra, coisas que podem machucar a criança.
Deixar sozinho na hora do banho,deixar grãos, moedas, produtos de limpeza, objetos cortantes, pode significar tragédia.
Tomadas, escadas, panelas com o cabo virado para fora do fogão, gás aberto tudo isso pode matar quem você ama.
É preciso dizer não com firmeza quando a criança insistir em mexer nesses objetos, e deixá-los totalmente fora de alcance.
O simples fato da criança dormir de barriguinha cheia pode ser muito perigoso, se o responsável não ficar atento.
Todo cuidado é pouco, quando se trata de crianças




Leia a matéria abaixo, que achei interessante postar

retirei do site: guiadobebe.uol.com.br
Cuidados básicos previnem acidentes com crianças
Manter medicamentos, produtos de limpeza e inseticidas em lugares seguros são ótimas dicas para evitar intoxicações e outros acidentes
      Quem tem criança em casa sabe que todo cuidado é pouco e que jamais se pode descuidar. O Ministério da Saúde chama a atenção aos pais e responsáveis para algumas medidas simples que podem evitar acidentes sérios. Pequenas mudanças dentro de casa podem fazer a diferença.
Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), de 1998, aproximadamente 5,8 milhões de pessoas morreram vítimas de traumas em todo o mundo naquele ano, o que representa 97,9 mortes por 100.000 habitantes. Desse total, aproximadamente 800 mil mortes estavam na faixa etária de 0 a 14 anos. Dados apresentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ligada ao Ministério da Saúde, reforçam que, no Brasil, um terço das vítimas de traumas e intoxicações caseiras são crianças com idade entre zero e nove anos.
Alguns cuidados simples podem impedir as intoxicações e os acidentes mais freqüentes, como queimaduras, afogamentos e quedas. A instalação de coberturas e proteções de tela nas escadas, varandas, janelas e piscinas evita que ocorram afogamentos e quedas. Segundo dados do Ministério da Saúde, no ano de 2004, somente no estado do Rio de Janeiro, ocorreram 990 mortes infantis por afogamento e 209 crianças foram vítimas fatais de quedas.
       Todo cuidado é pouco também dentro da cozinha e da área de serviço.           As crianças nunca devem ficar sozinhas nesses locais. A grande maioria dos objetos cortantes está localizada em gavetas de fácil acesso. O ideal é mudar todos esses utensílios para um armário mais alto, evitando o alcance das crianças. O fogão aceso, panelas e palitos de fósforos são as causas dos pequenos e também dos mais graves tipos de queimaduras. Esses traumas costumam apresentar seqüelas permanentes, além do tratamento na maioria das vezes ser dolorido e demorado.
      O álcool líquido, próprio para limpeza, é outro item que deve permanecer longe das mãos das crianças. Fora os riscos de queimaduras, pode ser ingerido com facilidade, o que provoca intoxicação. As mães e donas de casa devem dar preferência ao álcool em forma gel. "Além de mais difícil de ser espalhado no corpo, é um produto menos inflamável que a sua forma líquida", afirma o Coordenador da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica e técnico da Anvisa, Jorge Sayde. Outros materiais de limpeza, como os desinfetantes, detergentes, multiusos e saneantes clandestinos, também são responsáveis pela intoxicação das crianças.
Clandestinos - Os produtos caseiros e clandestinos são os mais perigosos, segundo Jorge Sayde. "São armazenados em embalagens como garrafas de refrigerantes e despertam interesse devido às suas cores chamativas." Também não se sabe o conteúdo desses produtos, o que significa um problema para os profissionais de saúde que procuram tratar as vítimas de intoxicação.
         Os medicamentos e algumas substâncias como a soda cáustica e os agrotóxicos representam um risco ainda maior para as crianças. Outro produto bastante perigoso é o popular "chumbinho", mistura clandestina que muitas pessoas usam para matar ratos. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre os anos 2002 e 2006, mais de 500 crianças foram vítimas do chumbinho apenas no estado do Rio de Janeiro. "O ideal é que os pais não comprem em hipótese alguma esses produtos clandestinos, pois são mortais para as crianças. Se a intenção é matar ratos, comprem raticidas nas casas do ramo", afirma Jorge Sayde.
     As crianças têm o maior risco potencial de intoxicação por uso indiscriminado de medicamentos. Os comprimidos podem ser confundidos com balinhas, e xaropes com sucos, por exemplo. De acordo com o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox), os medicamentos ocupam o primeiro lugar entre os agentes causadores de intoxicações em seres humanos. Somente em 2002, segundo o sistema, os medicamentos provocaram 26,9% das intoxicações registradas no país.
       Disque-Intoxicação – A Anvisa possui um serviço de apoio às vítimas de intoxicação. O Disque-Intoxicação recebe chamadas de longa distância em todo o país. Os 36 Centros de Informação e Assistência Toxicológica funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana, durante todo o ano. O serviço tem como objetivo informar, apoiar e facilitar os primeiros socorros nas vítimas de intoxicação.
          O Disque-Intoxicação possui um banco de dados com informações sobre várias substâncias químicas e biológicas que possam agravar a saúde humana ou animal. “Com o Disque-Intoxicação, queremos diminuir as seqüelas causadas por primeiros-socorros prestados de forma incorreta”, explica Sayde. As pessoas acreditam que ingerir outros alimentos, como o leite, ou provocar vômito pode melhorar a situação da vítima. Em alguns casos essas ações pioram as condições do paciente e podem até trazer sérias seqüelas.
O telefone do Disque-Intoxicação é 0800-722-6001
Anote esse telefone na agenda do seu celular.

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