Sejam bem-vindos

Sejam bem-vindos

Clique na imagem e assine a petição

Seguidores

Siga-nos no facebook e curta nossa página

domingo, 26 de abril de 2009

Video game, Vilão ou mocinho na vida das crianças?


Videogame a favor do seu filho
Apesar de sempre gerar polêmica, os games podem ser uma diversão saudável. O segredo está no controle dos pais, que precisam estar atentos com o que os filhos se divertem
Simone TintiVideogame a favor do seu filho
Apesar de sempre gerar polêmica, os games podem ser uma diversão saudável. O segredo está no controle dos pais, que precisam estar atentos com o que os filhos se divertem
Simone Tinti




Jogos de videogame sempre geram polêmica entre os pais. Afinal, fazem bem ou mal para as crianças? Para a psicóloga Andréa Jotta Nolf, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP, as crianças de hoje não conhecem o mundo sem tecnologia. Portanto, não seria possível privá-las do videogame. A questão está no limite desta exposição. “Apesar de ser uma atividade que entretém os pequenos por horas, os pais precisam regular o tempo da brincadeira. Até os 12 anos de idade, a criança não tem controle da intensidade de suas atividades. Então, cabe aos pais esse papel”, diz. Como diz a psicóloga Prislaine Krodi, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, se praticado em excesso o videogame pode virar compulsão. E como perceber isso? “Se a criança não pede mais para ir ao parque, deixa de estudar, não se interessa por outras atividades ou não telefona mais para os amigos, é o momento de diminuir as horas de jogo”, diz. Uma saída para o equilíbrio é oferecer mais opções de lazer dos filhos. Além de jogar videogame, eles devem ter outras formas de diversão, como a prática de esportes ou brincadeiras ao ar livre. Além disso, o game não pode atrapalhar a hora da lição ou do banho. “Os pais precisam criar regras e serem firmes na execução delas. Até pode ser atraente ter algumas horas de sossego, com o filho quietinho em frente à televisão ou computador, mas os combinados devem ser seguidos”, explica. Em relação aos jogos violentos, Andréa recomenda verificar a classificação indicativa. Caso seja permitido, a atividade pode funcionar como uma “válvula de escape” para a criança. “Esse tipo de game segue a mesma lógica das brincadeiras de mocinho e bandido. É uma forma de catarse”, afirma Andréa. Prislaine Krodi diz, ainda, que no caso dos games violentos, a atenção deve ser maior com os menores de 7 anos. “Até essa idade, aproximadamente, a criança não separa muito bem a fantasia da realidade”, diz. Uma solução é explicar a diferença do que acontece no jogo e na vida real e, se possível, incentivá-lo a brincar com outro game. “Os pais precisam saber o que o filho está jogando, discutir o que acontece na tela e oferecer outras opções”, afirma Prislaine.

Fonte:Revista Crescer matéria de Simone tinti

1 comentários:

Alexsandro Campos on 29 de abril de 2009 10:51 disse...

Bom darei minha opnião:
O video game de 1993 pra cá ganhou uma caracteristica bem diferenciada,o que era um simples jogo amigo como por exemplo Batalha naval, Pac man entre outros hj o que vemos é a pura destruição sobre a tela, fascinando cada vez mais a criançada, na verdade eu nunca gostei, mais já vi muito por aí, e percebi tbm q esses jogos mudam sim a personalidade de alguns... pra mim a agrecividade dos jogos tomam conta da mente, deixando-as mais exaltadas, muitas vez as crianças nem fome sente diante de um video game e muito menos querem estudar!
É muito raro vc encontrar jogos educativos q influenciem as crianças de agora!!!
.
.
Bom a vc que tem filho fique de olho OK

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...